O que é a Abordagem Transdiagnóstica? Por que a Psicopedagogia está mudando o foco do diagnóstico para o processo?
- Cristiane Souza

- 13 de mar.
- 1 min de leitura

Precisamos parar de tratar apenas o diagnóstico e começar a tratar o processo.
Muitas vezes, recebemos no consultório crianças com laudos de TDAH, Dislexia ou TEA que apresentam dificuldades muito parecidas em sala de aula. Por que isso acontece?
A resposta está no Transdiagnóstico.
Diferentes transtornos de aprendizagem compartilham o que chamamos de "déficits cognitivos comuns". Por exemplo, a Memória de Trabalho alterada pode estar presente tanto no aluno com dificuldade em matemática (Discalculia) quanto naquele que não consegue organizar um texto escrito.
Por que mudar o foco?
Comorbidades são a regra, não a exceção: Muitas crianças têm características de mais de um transtorno.
Intervenção de precisão: Quando identificamos que a raiz do problema é o controle inibitório, as estratégias psicopedagógicas tornam-se muito mais assertivas, independentemente do nome do transtorno no laudo.
Visão Humana: Evita o estigma.
Focamos no que a criança precisa desenvolver, e não apenas no que ela "é".
Na psicopedagogia moderna, baseada em evidências, o diagnóstico clínico é o ponto de partida, mas os processos cognitivos são o nosso verdadeiro mapa de intervenção.
Você já tinha ouvido falar em transdiagnóstico?
Como você enxerga a sobreposição de sintomas nos seus alunos ou filhos? Vamos debater nos comentários!
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